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Crónica e imágenes “Rock in Rio”: Justin Timberlake cautiva en Río de Janeiro

El estadounidense Justin Timberlake dio el domingo un espectáculo de interpretación en la tercera jornada de “Rock in Río”, que comenzó el viernes en esta ciudad brasileña, y demostró porque su voz es considerada como una de las más destacadas del pop actualmente.

El “príncipe del pop” que colecciona 10 premios Grammy, mostró en Río de Janeiro que un espectáculo musical no se hace sólo con guitarras y baterías, sino que exige principalmente de voces destacadas.

Timberlake, que no lanza un disco nuevo desde 2013, cuando se presentó por primera vez en el Rock in Rio, hizo un repaso de varios de sus principales éxitos en una enérgica presentación en la que abusó de sus falsetes y que comenzó con “Only When I Walk Away”, “Suit & Tie” y “Don’t Hold The Wall”.

Timberlake, que interrumpió su presentación para bajar al palco y firmar un autógrafo en una bandera brasileña y tomarse una selfie con una admiradora que estaba cumpliendo años, no podía dejar de despedirse de su público en Río de Janeiro con “Mirrors”.

Entretener, el gran desafío de Justin Timberlake

La Nación

De vuelta en Rock in Rio después de cuatro años, Justin Timberlake asumió como propio el desafío de sobrevivir en un mundo que ya no cuenta con el genio de Prince. ¿Cómo ser un artista musicalmente versátil y ambicioso, tan bueno en el rhythm and blues negro, con falsete y baile incluido, como en la música country blanca? Y al mismo tiempo, ¿cómo encarnar satisfactoriamente la figura del gran showman de la tradición norteamericana?

Respuesta, lo que se dice una respuesta, el show de cierre de anteayer, en la tercera jornada del festival, no la dio. Justin y su afinada banda multirracial se aseguraron de que en menos de una hora de show pasaran muchas cosas en el escenario. Sonidos potentes, virtuosismos rítmicos, bellos juegos melódicos, numerosos cambios de clima…, no todo captó la atención del público, pero la lucha del cantante con sus propias aspiraciones dejó de todas formas un par de momentos memorables.

Con unos 20 minutos de retraso, el cantante abrió su show con la tensa “Only When I Walk Away”, seguida de la despreocupada “Suit and Tie”, un típico ejercicio de negritud de Timberlake, que se movió por el escenario con total confianza, esmerándose por ponerle swing a la noche. “Like I Love You” y “My Love” prepararon entonces el terreno para la explosión de “Summer Love”, que fue cuando el cantante finalmente tuvo al público en sus manos.

A partir de ahí, Justin no tuvo demasiadas dificultades para mantener el barco a flote: le bastó con tocar al piano la latina y jazzera “Señorita”, calzarse el disfraz de intenso cantante de soul con “Until The Endo Of Time”, y entregarse al drama de “Cry Me A River”, el punto más alto del show, un tema con sabor gospel de su primer disco y que sigue funcionando bien.

Un poco más de sufrimiento con “What Goes Around”, y el público empezó a cansarse: ya era hora de volver al funk alegre, calcado de Michael Jackson, de “Rock your Body” y la tan esperada “Can’t Stop the Feeling”, su hit más reciente, de la película de animación Trolls.

“Ustedes se vuelven a casa, ¡pero nosotros no!”, anunció Justin en la última pausa de la noche, antes de despacharse con la endiablada “Sexy Back”, y de mezclarse entre el público envuelto en la bandera brasileña para terminar con la apoteótica “Mirrors”. Y así pasó Justin Timberlake por Rock in Rio 2017. Ya era la madrugada del lunes y al público lo esperaba un día de trabajo.

Com show pop e dançante, Justin Timberlake cativa público

Liberal

Apresentação realizada neste domingo, no Rock in Rio, foi a redenção de um artista maduro, multifacetado e musicalmente versátil

Em 2013, quando Justin Timberlake se apresentou pela última vez no Brasil, o show dividiu opiniões. Há quem tenha achado sua performance displicente, fraca e comportada demais. Alguns, inclusive, sentiram falta do improviso e da dança efervescente, características tão peculiares do popstar.

Justin é talentoso, não há dúvidas disso. Quatro anos depois, o que se viu na noite deste domingo, no Palco Mundo do Rock in Rio, foi a redenção de um artista maduro, multifacetado e musicalmente versátil. “Only When I Walk Away”, primeira música do show, mostrou logo de início que tudo, desta vez, seria diferente, apesar do som baixo que saia do Palco Mundo.

Se o primeiro fim de semana do Rock in Rio precisava, de fato, de um campeão, ele encontrou na apresentação de Justin Timberlake uma maneira de coroar não só a ele, mas toda a música pop. Fergie patinou. Cantora oficial da churrascaria do bairro, a musa do Black Eyed Peas foi a artista que mais desafinou na história do evento.

O Maroon 5 também se esforçou. Sem Lady Gaga, Adam Levine e companhia tiveram duas oportunidades para abocanhar o título. Não conseguiram, apesar de duas apresentações razoáveis. Restou, portanto, a Justin a chance de sair coroado. E ele, claro, não decepcionou.

Mais maduro, distribuiu bem os hits de seus quatro discos de estúdio: “Justified” (2002), “FutureSex/LoveSounds” (2006), “The 20/20 Experience” e “The 20/20 Experience 2 of 2” (2013).

Com um repertório similar ao da apresentação de 2013, Justin teve uma mudança nítida no palco. “Can’t Stop This Feeling”, trilha sonora do filme “Trolls”, ajudou a encorpar o set. Não há quem não tenha tido vontade de dançar com a canção mais grudenta (e isso não significa ruim) de 2016. Justin, inclusive, se aproveitou disso para dar ainda mais gás à performance. “My Love, Cry Me A River”, “What Goes Around Comes Around”, “Summer Love” e “Mirrors” deram conta do recado.

Virtuoso ator e produtor musical, Justin não é nem sombra daquele rapazinho franzino e de cabelo descolorido que se apresentou com sua ex-boy band, o N’Sync, no Rock in Rio de 2001. Há ali um músico completo e que está a quilômetros de distância de outros artistas que fazem o mesmo tipo de música que ele.

De poucas palavras, Justin preferiu falar com o corpo. Uma reboladinha para cá, outra pra lá, tudo para ele era festa. A cada dança, o cantor promovia uma verdadeira catarse na Cidade do Rock. O público, jovem e desengonçado em sua maioria, tentava seguir o ritmo alucinante do astro da música pop, que beijou discretamente a bandeira do Brasil.

O que incomodava bastante, entretanto, era o volume do som. Mais baixo do que nas apresentações anteriores, quem estava mais ao fundo não conseguia ouvir a voz de Justin com tanta clareza. O mesmo ocorreu com o Maroon 5 nas noites de sexta e Sábado (dias 16 e 16). Isso, em algumas canções menos conhecidas, fez o público ficar disperso. Tal problema não ofuscou o brilho de Justin, que, quatro anos depois, voltou ao Brasil para uma performance ainda mais pop e dançante.

Justin Timberlake fecha o fim de semana inicial com apresentação calculada

Omelete

Muito bom nos seus álbuns solo, Justin Timberlake tentou trazer um pouco desses arranjos mais sofisticados à sua apresentação no Rock in Rio 2017, que fechou o primeiro fim de semana do festival neste domingo (17). Foi um show que privilegiou o som e menos a figura do ex-N’Sync, que abriu a noite nas sombras, escondido atrás do chapéu e do figurino preto, fazendo o tipo cool despretensioso em “Only When I Walk Away”.

O repertório não é muito diferente daquele que Timberlake apresentou no RiR em 2013. Como na outra oportunidade, a banda de apoio sustenta o show, enquanto o cantor dança e interage economicamente com o público, que logo de cara recebeu a dobradinha “Suit and Tie” e “FutureSex / LoveSound” (com um trecho de “Don’t Hold the Wall” no meio) como uma promessa de um baile suingado. Timberlake arregaçou a calça, mostrou as canelas finas, mas a partir de então foi uma performance morna marcada não pela energia e sim pela organização sonora.

Isso ficou claro em seguida, quando o hit “My Love” tocou em arranjo diferente do registro de álbum, mais quebrada, evidenciando o trabalho da banda e novamente escondendo o cantor (num momento quem ficou na ponta do palco foram apenas os músicos). Timberlake ocupou a arena lotada do Rock in Rio mas sua performance parecia prescindir do envolvimento do público, que assistiu a números tecnicamente envolventes mas meio distantes (com algumas exceções, como “SexyBack”, num arranjo que privilegiou as guitarras e saiu mais como uma canção de estádio mesmo).

Embora tenha ensaiado no começo que poderia jogar para a torcida, respondendo a uma cartolina de pedido de presente de aniversário descendo junto à galera, o cantor se manteve fiel à proposta autoral de diminuir sua presença para colocar a música em primeiro plano. Quando mandou “Drink You Away” (“Vocês estão bebendo aí, não?”, perguntou com a voz meio enrolada, de quem realmente parecia ter tomado umas antes de entrar em cena), novamente se alinhou sobre o palco com seus músicos, enquanto no telão um efeito de fumaça apagava a imagem da banda.

Quando a faixa emenda em seguida de forma incisiva com “LoveStoned / I Think She Knows”, volta a promessa de gingado e energia, mas no geral foi uma apresentação que privilegiou o soul romântico para casais, com direito a banquinho e violão com “Cry me a River” e o hit “What Goes Around” em desvantajosa versão acústica. Tudo bem que já era madrugada de segunda-feira, mas você percebe quando a coisa vai ficando miada porque o gargarejo desafoga com as primeiras desistências e dá pra chegar mais perto do palco na segunda metade do show.

Aparentando exaustão, Timberlake de novo desaparece atrás do som ao final, em “Mirrors”, mas os close-ups no telão mostram o cantor emocionado e satisfeito com a resposta do público, e ele manda um “eu amo vocês” sincero enquanto se despede. Foi um dos momentos emocionais de uma apresentação marcada pelo script bem calculado e cronometrado.

Com show pop e dançante, Justin Timberlake cativa público do Rock in Rio

Tribuna Do Norte

Em 2013, quando Justin Timberlake se apresentou pela última vez no Brasil, o show dividiu opiniões. Há quem tenha achado sua performance displicente, fraca e comportada demais. Alguns, inclusive, sentiram falta do improviso e da dança efervescente, características tão peculiares do popstar.

Justin é talentoso, não há dúvidas disso. Quatro anos depois, o que se viu na noite deste domingo, 17, no Palco Mundo do Rock in Rio, foi a redenção de um artista maduro, multifacetado e musicalmente versátil. “Only When I Walk Away”, primeira música do show, mostrou logo de início que tudo, desta vez, seria diferente, apesar do som baixo que saia do Palco Mundo.

Se o primeiro fim de semana do Rock in Rio precisava, de fato, de um campeão, ele encontrou na apresentação de Justin Timberlake uma maneira de coroar não só a ele, mas toda a música pop. Fergie patinou. Cantora oficial da churrascaria do bairro, a musa do Black Eyed Peas foi a artista que mais desafinou na história do evento.

O Maroon 5 também se esforçou. Sem Lady Gaga, Adam Levine e companhia tiveram duas oportunidades para abocanhar o título. Não conseguiram, apesar de duas apresentações razoáveis. Restou, portanto, a Justin a chance de sair coroado. E ele, claro, não decepcionou.

Mais maduro, distribuiu bem os hits de seus quatro discos de estúdio: “Justified” (2002), “FutureSex/LoveSounds” (2006), “The 20/20 Experience” e “The 20/20 Experience 2 of 2” (2013).

Com um repertório similar ao da apresentação de 2013, Justin teve uma mudança nítida no palco. “Can’t Stop This Feeling”, trilha sonora do filme “Trolls”, ajudou a encorpar o set. Não há quem não tenha tido vontade de dançar com a canção mais grudenta (e isso não significa ruim) de 2016. Justin, inclusive, se aproveitou disso para dar ainda mais gás à performance. “My Love Cry Me A River”, “What Goes Around Comes Around”, “Summer Love” e “Mirrors” deram conta do recado.

Virtuoso ator e produtor musical, Justin não é nem sombra daquele rapazinho franzino e de cabelo descolorido que se apresentou com sua ex-boy band, o N’Sync, no Rock in Rio de 2001. Há ali um músico completo e que está a quilômetros de distância de outros artistas que fazem o mesmo tipo de música que ele.

De poucas palavras, Justin preferiu falar com o corpo. Uma reboladinha para cá, outra pra lá, tudo para ele era festa. A cada dança, o cantor promovia uma verdadeira catarse na Cidade do Rock. O público, jovem e desengonçado em sua maioria, tentava seguir o ritmo alucinante do astro da música pop, que beijou discretamente a bandeira do Brasil.

O que incomodava bastante, entretanto, era o volume do som. Mais baixo do que nas apresentações anteriores, quem estava mais ao fundo não conseguia ouvir a voz de Justin com tanta clareza. O mesmo ocorreu com o Maroon 5 nas noites de sexta e Sábado (dias 16 e 16). Isso, em algumas canções menos conhecidas, fez o público ficar disperso. Tal problema não ofuscou o brilho de Justin, que, quatro anos depois, voltou ao Brasil para uma performance ainda mais pop e dançante.

EFE

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